quinta-feira, 9 de junho de 2011

É sempre tempo para perdoar!!!




Até quando eu posso suportar? Muitas vezes chegamos a tal ponto que não aguentamos mais. Perguntamos infinitas vezes ao Senhor quando que todo sofrimento irá terminar e não obtemos resposta alguma. Procuramos e tateamos, desesperados, como que no escuro em busca de uma saída. Quantas vezes eu ainda devo perdoar?
Essa última é uma interessante pergunta que um dia foi feita a Jesus pelo apóstolo Pedro. Essa conversa foi registrada em Mateus 18:21-35. A resposta de Jesus é surpreendente, como tudo o que Ele disse. “Não até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” O perdão não tem limite. Não há um determinado número de vezes que devemos suportar, devemos sempre suportar. Para ilustrar esse ensinamento Jesus conta uma parábola fantástica.
O credor incompassivo devia milhões de moedas de prata (Mt 18:24 NTLH) ao seu Senhor que lhe cobrou a dívida. Ele, desesperado, por não ter dinheiro para pagar, roga por misericórdia. O credor incompassivo sabe como pode ser o fim dessa história. Seus filhos poderiam ser vendidos como escravos, todos os seus bens poderiam ser confiscados ou ele mesmo poderia se tornar um escravo ou preso até que sua dívida seja perdoada. Mas clamou por misericórdia e esta o alcançou.
Mas quando alguém que lhe devia muito menos, cem moedas de prata (Mt 18:28 NTLH) clamou por misericórdia, ele foi incompassivo. Ele alcançou perdão, ele experimentou a misericórdia e foi incapaz de agir de igual forma. Mandou por seu credor na prisão até que ele pagasse a dívida. Mas os demais empregados contaram ao patrão o que havia ocorrido e este o repreendeu dizendo: “Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você.” (Mt 18:32,33 NTLH). Por isso ele mandou prendê-lo até que lhe pagasse a dívida.
Nós somos assim, nos achamos donos da verdade e da justiça e achamos que estamos no direito de requerermos justiça para nós mesmo e não perdoamos. Devemos tomar cuidado, porque todas as vezes que julgamos ser donos da verdade, a perdemos completamente.
Cristo nos perdoou. Nós fizemos muito contra Deus e por mais que entendamos isso não conseguiremos compreendê-lo completamente. Jesus morreu por nós quando nós ainda éramos seus inimigos. Não mereceríamos nada além da morte eterna. Tudo que era nosso de direito era o peso da mão de Deus, a justa ira do Senhor, mas não foi isso que recebemos. Nós recebemos o perdão.
Sendo perdoados por Deus, devemos perdoar todos aqueles que nos ofendem. A capacidade de perdoar é própria de todo cristão. Esta é uma marca de uma vida transformada e que experimentou o perdão de Deus. Nada que as pessoas façam conosco é mais grave do que aquilo que nós fizemos contra Deus. Se alcançamos tal perdão, qual é a real dificuldade para perdoarmos as pessoas? O pecado que ainda atua em nós.
Eu não quero ser tão radical e nem abrir mão da verdade e das exigências de Deus, mas sou empático com a dificuldade de todos os mortais. Sei que não é algo tão simples, mas devemos perseguir diligentemente a perfeição e sermos iguais a Cristo Jesus. Seus imitadores. Cabe a cada um de nós estarmos vigilantes e nos esforçarmos para sermos os melhores na sociedade que vivemos. Devemos fazer a diferença. Nossa vida deve evidenciar a presença e o amor abnegado de Jesus. E que em nós habita o perdão e este pode ser dispensado a qualquer um.
Se esta é sua dificuldade rogue a Deus para que Ele tenha ainda mais misericórdia da sua vida. Rogue para que você experimente ainda mais do perdão de Deus e para que ele quebrante seu coração. Quando isso acontecer você experimentará o doce sabor do perdão e verá que este faz mais bem ao ofendido do que ao ofensor.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ibelinos dizem: "Até Breve..."


“ Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (João 11: 25- 26).
Hoje as lembranças inundam nossas mentes e corações, sentimentos intensos ora de uma dolorosa saudade, ora de alegria pela certeza de sua presença diante do Trono de Deus.
Há alegria, por lembrar do Wellington como um homem que viveu de forma digna, mansa e constante diante do Cristo vivo! Lembra-nos dele como um homem do qual o mundo não era digno! Um cristão autêntico vivendo pela Graça procedente da morte e da gloriosa ressurreição do Amado Jesus. Testificamos hoje, que viveu entre nós um santo homem de Deus!
 Aos familiares, irmãos e amigos lembrem-se: A morte dos grandes homens de Deus nos entristece, mas a certeza de que a morte para aqueles que conhecem ao SENHOR é o começo da eterna e plena vida, nos faz exultar o espírito e em meio as lágrimas esboçar um confiante sorriso! Os crentes não morrem, só começam a viver! Eis o fascínio encantador, eterno e esperançoso da vida cristã: Cristo nossa  eterna vida!
A vida do Wellington foi uma canção viva e clara do amor transformador de Deus que alcança de forma graciosa todo aquele que  crê e se entrega  ao Senhor Jesus.
A família ibelina sofre intensamente a dor desta grande perda, e por mais que soframos não conseguimos imaginar a dor de parentes e amigos que tiveram o honroso privilégio de conviverem por mais tempo com ele do que nós.
Apesar da distância que nos separa partilhamos da mesma dor e das mesmas lágrimas. E agora como família do Senhor, rogamos que Deus os abençoe e  os fortaleça com a santa consolação do Espírito.
Em Cristo, nossa esperança e salvação, alunos do Instituto Bíblico Eduardo Lane.

Mariana Garcia 

terça-feira, 7 de junho de 2011

Adeus...

Na noite de domingo para segunda feira (05-06/06/2011) tivemos que dizer "Adeus" a um grande amigo que convive por um curto espaço de tempo aqui no IBEL. Curto espaço de tempo que deixou marcas sem fim. Wellington muito me ensinou nos dois meses que convivemos juntos. Não foi uma convivência próxima, já que não sou aluno interno, mas foi suficiente para aprender com seu testemunho.
Eu ainda não havia conhecido um homem tão manso quanto ele, se me visse dez vezes no dia, me cumprimentava em todas elas. Um piedoso, um servo do Senhor, que abandonou tudo para seguir a vida ministerial. Um homem que tinha muitos planos, que sonhava, mas nada se perdeu, porque a sua determinação dava sentido a tudo e ela estava totalmente centrada no Senhor Jesus.
O Wellington não passou, simplesmente, pela vida, ele deixou legado, um legado profundo. Sua vida revela a obra transformadora de Cristo. Seu testemunho não morre juntamente com seu corpo, pelo contrário, clama, como quem usa um megafone e diz que existe um Deus, o Único Deus, que é capaz de transformar e dar sentido a vida. Uma razão para si viver, um motivo pelo qual morrer.
Ele sabia, ainda em vida, qual era o seu destino final. Hoje ele contempla a tão aguardada vida eterna que lhe foi garantida na cruz do calvário. Cristo deu vida ao Wellington, vida após a morte, uma vida que nada pode lhe ser tirada. O nosso Irmão tinha essa certeza, e nós a temos?
Não desperdissemos o testemunho dele, creiamos no poder transformador do Evangelho e nos entreguemos a Cristo para que nós também possamos servir ao Senhor e Nele encontrarmos VIDA!!!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Um brinde ao Amor!!!

Amor...
Eis o sentimento mais sublime de todos. Que nasce do próprio Deus, que faz parte de sua natureza, um dia se materializou na pessoa de Cristo Jesus. Ele morreu por nós, seres indignos, pecadores, mas amados por Deus que desejou nos resgatar. Este amor foi derramado em meu coração, inundou a minha vida e me deixou cheio, repleto, por isso, posso amar.
Amar, verbo transitivo, que em mim encontrou trasitividade na mulher que está ao meu lado. Não se pode amar sozinho, para que alguém ame é obrigatoriamente necessário que exista o ser amado. E você, Meu Amor, é o amor da minha vida.
Entre todos os "próximos" que eu devo amar, você é aquele que está mais próxima de mim. Vive comigo, se alegra comigo, choramos juntos, comemos juntos, dormimos juntos e nos deliciamos no amor juntos. Você é o principal alvo de todo o Amor que Deus tem derramado no meu coração. E se eu não conseguir te amar, você, que está ao meu lado, como conseguirei amar todo o mundo?


Eu Te Amo!!! Sei o que estou dizendo, sei de todas as implicações. Sei que minha vida é fazer da sua vida a melhor. Sei que devo empreender os meus esforços para que você seja feliz. Sei que devo te agradar, devo te surpreender, devo cuidar de você. E sei que tudo isso exigirá que eu abandone a mim mesmo. Sei que isso implicará que eu abra mão daquilo que é o melhor para mim, para ser o melhor para você.


Mesmo que uma voz se levante e diga que esse tipo de amor é muito abnegado, eu direi em alto tom que não há outra possibilidade para que eu alcance a minha própria felicidade se eu não fizer a sua.
Eu recebi um ministério, o de te amar, amar como Cristo amou e abriu mão de si mesmo para ver sua igreja rica, esplendorosa, santa, sem mácula. É este amor que eu te ofereço. Não o tenho por completo, não sou nem o que eu gostaria de ser, ainda mais o que Deus gostaria, mas farei de tudo, por toda a minha vida, para que você experimente em nosso casamento do amor que o Jesus nos amou.